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Azeite de oliva, qual optar?

O azeite de oliva é um óleo extraído das azeitonas, fonte alimentar de fitoesteróis, ácidos gra­xos monoinsaturados, vitamina “E” e omega 9.
Os benefícios mais evidentes do azeite de oliva são reduzir níveis de colesterol, melhorar a proporção HDL/LDL e ser um ótimo óleo para cocção, pois ocorrem discretas perdas das propriedades antioxidantes e pequenas mudanças no perfil lipídico após aquecimento, levando à não formação de compostos tóxicos.
Existem vários subtipos de azeite de oliva onde alguns não são tão benéficos a saúde sendo até inadequados para o consumo humano.

Tipos de azeite de oliva:

Azeite de oliva extra virgem: É o mais saudável e completo, não sofre nenhum tipo de processo químico, apresentando grau de acidez menor que 0,8%.
Azeite de oliva virgem: Tem uma qualidade inferior ao extra virgem. Seu uso é principalmente culinário, sendo comercializado ainda misturado a outros tipos de óleos. Sua acidez varia de 0,81% a 2%.
Azeite de oliva virgem lampante: esse tipo de azeite é impróprio para o consumo, pois seu odor e paladar são inadequados e sua acidez é acima de 3,3%, sendo comercializado apenas quando misturado com outros azeites ou óleos de sementes.
Azeite refinado: o azeite de oliva virgem lampante pode ser re­finado quimicamente, cujo processo resulta em perda do gosto, da cor, do aroma e de grande parte das vitaminas (de 20% a 40%). Obtém-se, assim, um azeite refinado com acidez próxima a 0,5%.
Azeite composto: produto de uso popular e com grande venda no mercado, mas com baixa qualidade. É resultado da mistura do azeite de oliva virgem lampante (15%) e óleo de soja (85%).

Para selecionar um bom azeite de oliva devemos ter alguns cuidados:

·         Recipiente de vidro escuro, pois em vidro transparente a luz penetra e acaba causando a oxidação de alguns óleos;
·         Acidez que deve ser abaixo de 0,5 lembrando que quanto menor for acidez melhor;
·         Os ingredientes, alguns azeites que tem a adição de outros óleos, o que acaba aumentando a sua acidez alem de perder algumas propriedades;
·         Origem do envazamento: Observar se a colheita e envase foi no mesmo país, pois caso contrario poderá ocorrer a oxidação

Segue abaixo um guia para ajudá-los na escolha do melhor tipo de azeite :






Autor : Gervásio Dias (Estagiário - Clinica CentralNutri)
 Supervisão: Nutricionista João Pedro Castelo Branco 

 REFERENCIAS: 

  •  Rhayanna P. Gonçalves, Paulo H. Março e Patrícia Valderrama (Quim. Nova, Vol. 38, No. 6, 864-867, 2015) Poliana Cristina Mendonça FREIRE (Rev. Nutr., Campinas, 26(3):353-368, maio/jun., 2013) 
  • WWW.senhorabobrinha.com.br/2014/08/melhores-e-piores-azeites-de-oliva.html?m=1 (imagens) Carlos Alberto Nogueira de Almeida (International Journal of Nutrology, v.8, n.2, p. 13-20, Mai / Ago 2015) Caldas, L. B. S (Faculdade de Engenharia de Alimentos, Universidade de Campinas – UNICAMP)